UPA - UNIDOS PARA AJUDAR

ASSOCIAÇÃO ENCONTRAR+SE

www.encontrarse.pt

É com grande prazer que apresentamos no nosso site esta camapanha tão criativa, sensível e importante. Este é um dos resulados de uma parceria muito próxima entre a ABRE e a Associação ENCONTRAR+SE de Portugal.

A música é uma forma poderosa de tocar a nossa alma e esperamos que contribua para diminuir o estigma em relação aos transtornos mentais aqui no Brasil também.

Levar a sério a brincadeira!

Conheça a campanha e depois clique nos nomes das músicas para ouvi-las e enviar as suas impressões. Selecionaremos alguns dos textos enviados para postar no nosso site, depois da autorização dos autores.

Boa música!

 
       
 

MOVIMENTO UPA
UNIDOS PARA AJUDAR.
LEVANTA-TE
CONTRA A DISCRIMINAÇÃO
DAS DOENÇAS MENTAIS

No final de 2008 a Encontrar-se - Associação de Apoio às Pessoas com Perturbações Mentais Graves, teve a idéia de juntar vários artistas em uma campanha contra o estigma e descriminação deste tipo de doenças. Nascia assim o movimento UPA - Unidos Para Ajudar.

Em 2008 o Movimento UPA tornou-se um dos maiores movimentos de solidariedade em Portugal. Sobre a direção musical de Zé Pedro Reis, guitarrista do Xutos e Pontapés, 20 bandas assumiram o desafio de todos os meses fazerem um dueto para uma canção original sobre os temas propostos pela Encontrar-se.

Cada músico partiu de duas palavras, uma negativa e uma positiva, contrastando desta forma aspectos preconceituosos com informação mais construtiva, alertando para a necessidade de mudança na forma como a doença mental ainda é encarada.

Este projecto juntou bandas e artistas de todos os quadrantes e generos musicais portugueses da actualidade e, à medida que as músicas iam sendo, o download podia ser feito no site da Encontrar-se por um preço simbólico que revertia para a Associação.

Xutos e Oioai, Rodrigues leão e J.P. Simões, Camané e Dead Combo, Sérgio Godinho e Xana, J. Mário Branco e Mão Morta, Cool Hipnoise e Tiago Bettencourt, Mesa e Rui Reininho, Paulo Gonzo e Balla, Mariza e Boss AC, Clã e Jorge Palma.

Entretanto o Movimento UPA não ficou por aqui e continuou a crescer. Dez produtoras, dez realizadores e dez ilustradores foram convidados para fazer um filme e uma ilustração sobre cada músuca, para dar a conhecê-las em spots televisivos, anuncos da imprensa e cartazes de rua.

Em 2008 o Movimento UPA, graças ao talento e esforço de todos, espera vir a contribuir para que a sociedade portuguesa se sensibilize e se levante contra a discriminação das doenças mentais

   
 
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