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Conscientize-se

Eu tenho um problema?

O diagnóstico de um primeiro episódio psicótico na esquizofrenia é de fundamental importância, pois pode permitir uma intervenção médica em seu início e reverter o agravamento da doença.

Quando vários sintomas caracterizados pela mudança de pensamentos, sentimentos e comportamentos começam a ocorrer com alguma frequência, principalmente em uma pessoa jovem, deve servir de alerta. 

Esses sintomas devem ser avaliados em seu conjunto, pois não aparecem isolados. Eles também anunciam um provável surto ou crise psicótica. Dentre eles podemos citar:

• Dificuldade para dormir, alternância do dia pela noite, andar pela casa à noite e dormir demais.
• Preocupações não habituais com ocultismos, esoterismo e religião.
• Reações exageradas às reprovações dos parentes e amigos.
• Desejo de realizar viagens para lugares sem nenhuma ligação com a situação pessoal e sem propósitos específicos.
• Incapacidade de expressar prazer, de chorar ou chorar demasiadamente.
• Ter frequentemente risos imotivados.
• Abuso de álcool ou drogas.
• Deterioração no desempenho escolar e no trabalho.
• Auto-isolamento de amigos e família com pouco interesse em estabelecer um contato social.
• Envolvimento com escrita excessiva ou desenhos infantis, sem um objetivo definido.
• Deterioração da higiene pessoal.
• Dificuldades com concentração, memória e atenção.
• Pensamentos acelerados ou, ao contrário, muito lentos.
• Discurso desconexo, vago e sem sentido.
• Sentimentos de depressão, ansiedade, tensão, irritabilidade ou raiva.
• Distúrbio auditivo ou visual, ouvindo sons ou vozes quando sozinho no quarto, ou vendo coisas que outros não podem ver.
• Reclamação de estar sendo seguido ou monitorado.
• Pensamento de que tem poderes especiais ou é muito importante.
• Gastar excessivas quantias de dinheiro impulsivamente sem recursos suficientes.
• Energia aumentada com sentimentos de euforia.
• Comportamento de ameaça ou agressão.

Como enfrentar um diagnóstico de esquizofrenia?

Você provavelmente ficaria chocado, confuso e profundamente triste. Isto porque esses transtornos são mal entendidos. Se é um filho com este diagnóstico, você pode também sentir-se culpado e se perguntar o que você e seu parceiro fizeram de errado. Doenças mentais sérias são transtornos do cérebro e não são causados pela forma como foram criados. Você não cria o transtorno, mas pode ter um papel significativo em auxiliar seu ente querido e obter melhores resultados no tratamento da doença. Pesquisas demonstram que apoio familiar ativo pode ter um importante impacto no processo de recuperação. Aqui apresentamos algumas dicas que podem ser úteis.

Eduque-se sobre o transtorno do seu ente querido.  O contato com os conteúdos desenvolvidos para você aqui neste site é um bom começo.

Participe de nossas atividades.

Registre o histórico dos sintomas, tratamentos, medicações (incluindo dosagens) e informação de psiquiatras e outras pessoas de saúde mental. Seu filho pode não ser capaz de fazer isso sem a sua supervisão. Frequentemente é feita muita experimentação para achar a medicação ou combinação ou medicações que ajam melhor para uma pessoa em particular. E, quando houver uma mudança de médico, haverá necessidade de apresentar todo o histórico do tratamento e evolução da doença.


 

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